tendo carregador rápido a sua vida está tranquila. Até vc achar um posto "lotado", com dois carros elétricos carregando. Aí vc fala pra família que tem que esperar os carros saírem (...)
O carro elétrico chegou. O carregador, não.
Na China, 2 em cada 3 carros novos já são elétricos. No Brasil, são 21 carros para cada ponto de recarga. Assista e veja como a vaga do estacionamento do comércio vira eletroposto iGreen Mob, com 82% de cada recarga para o dono.
Sem custo e sem compromisso. Atendimento pelo WhatsApp.
Receba a simulação e a apresentação completa no WhatsApp
Isso não é moda. É o mundo trocando de combustível.
O carro elétrico deixou de ser curiosidade. Virou estatística.
carros novos vendidos em setembro de 2026 foram elétricos. Carbon Brief, 23/10/2026

de elétricos registrados em seis meses. Reuters, 16/07/2026

carros novos vendidos em 2025 foi elétrico. Roland Berger, 29/07/2026

carros vendidos já é elétrico ou híbrido. CNN Brasil, com dados da ABVE, 09/09/2026

nas vendas de carro 100% elétrico em 2026. Webmotors, com dados da Fenabrave, 06/10/2026

de montadoras chinesas na Bahia e no Espírito Santo. CNN Brasil, 01/10 e 30/06/2026


Agora, a pergunta que ninguém faz: onde esses carros vão carregar?
No Brasil já são 639 mil carros que carregam na tomada e cerca de 30 mil pontos públicos e semipúblicos (ABVE, via Canal VE, 29/09/2026).

Cerca de 30 mil eletropostos no país
Quem dirige elétrico já sabe. Olha o que eles escrevem:
(...) Vc fica 03/ 04 horas num posto de recarga dependendo do carro que chegou antes (...)
Moro em apartamento sem infraestrutura elétrica capaz. Não tenho carregador. Carrego 1x por semana em eletroposto e rodo 300 por semana. (...)
As empresas só querem vender carros.. mas não querem bancar a infraestrutura de carregamentos !
(...) Existe apenas uma estação de Eletro posto que fica em Massarandupio a 110 km de Salvador. (...)
54% dizem que a falta de ponto de recarga é o maior obstáculo para comprar um carro elétrico. (Pesquisa Webmotors Autoinsights, publicada pelo Times Brasil em 16/09/2025.)
E lá fora é igual: na Espanha, as vendas disparam, mas quase 1 em cada 4 carregadores não funciona (Infobae, 19/09/2026).

Falta de recarga é o maior obstáculo para comprar elétrico

Espanha: vendas de elétricos disparam, mas carregadores falham
O carro já está na rua. O que falta é lugar para carregar.
Quem tem comércio já viu esse filme.
Teve quem achou que internet era moda.
Que Pix não ia pegar.
Que aplicativo de entrega era bobagem.
Quem entrou cedo pegou o cliente. Quem esperou correu atrás.
Agora é a vez do carro elétrico.
Enquanto isso, a vaga do estacionamento continua lá. Ocupa área, paga imposto e não fatura um real. A margem aperta todo mês. E dinheiro parado perde para a inflação.
Quem dirige elétrico para onde tem carregador. E quem instalar primeiro no bairro vira o ponto de parada desse motorista. Quem esperar pode ver esse cliente estacionando no concorrente.
Sempre tive muitas ideias de negócios, "muitas mesmo" mas o receio de arriscar acabou me segurando.
O novo posto de combustível não tem bomba. Tem vaga.
Um comentário com 478 curtidas, num vídeo de fora do Brasil, explica o que quase ninguém percebeu:
O lugar perfeito para recarga pública não é perto de grandes vias, como seria com posto de gasolina, mas onde as pessoas passam de 30 a 60 minutos fazendo outra coisa. Por exemplo, lojas e restaurantes. (...)
Original: The perfect place for public charging stations isn't next to big traffic nodes, like it would be for gas stations, but in places where people go to spend 30-60 minutes doing something else.. For example stores and restaurants etc. This would give parking spaces, which would be occupied anyway, an additional use, make them generate their own revenue and maybe even drive business for locations, that offer the comfort of charging the EV while using their actual services.
O motorista não quer ficar parado esperando. Quer carregar enquanto almoça, faz compra ou toma um café.
Isso tem nome: restaurante, padaria, supermercado, hotel. Lugares que já têm o cliente, a vaga e a energia.
A iGreen Mob transforma a vaga em eletroposto.
Não é só um carregador. É um negócio de recarga pronto para operar.
- O eletroposto é 100% da empresa que compra.
- Equipamento, instalação, pintura da vaga, sistema e aplicativo, monitoramento 24 horas e licença iGreen, em todos os modelos.
- Chip de internet próprio no eletroposto, sem depender do Wi-Fi do local.
- O motorista paga pelo aplicativo. A iGreen emite a nota fiscal de cada recarga.
- Suporte e manutenção feitos pela própria iGreen. Garantia de 1 ano do equipamento.
- Painel do dono com recargas, ganhos e custos separados.
- O eletroposto aparece no mapa do aplicativo iGreen Club.
A divisão de cada recarga
Com a parte dele, o dono paga a energia do ponto e os impostos da empresa. A iGreen não cobra esses custos. Fonte: apresentação do licenciado iGreen Mob, outubro de 2026.
A rede trabalha pelo ponto
- Cerca de 1 milhão de pessoas no aplicativo iGreen Club e 40 mil licenciados divulgando os eletropostos, segundo a iGreen (outubro de 2026). Base da rede, não é previsão de recargas em um ponto.
- O motorista que carrega pela primeira vez num ponto fica vinculado a ele por 90 dias, renovados a cada recarga. Se ele carregar em outro eletroposto da rede, o dono do primeiro ponto também pode ganhar, conforme as regras do programa.
Três modelos. A análise do local diz qual é o certo.
Mob
R$ 9.997
- Potência
- 1 conector de 7 kW, corrente alternada (carga lenta)
- Para onde
- O cliente fica bastante tempo: hotel, pousada, condomínio, clube, restaurante, frente de comércio
- Capacidade do equipamento
- até 5 carros por dia
- Rede elétrica
- monofásica (serve em rede mono, bi ou trifásica)
- Pagamento
- 1 vez, no ato da compra
Mob Fast
R$ 89.997
- Potência
- 7 kW + 40 kW ao mesmo tempo, 2 pontos
- Para onde
- O cliente fica até cerca de 2 horas: supermercado, estacionamento, comércio
- Capacidade do equipamento
- até 30 carros por dia
- Rede elétrica
- trifásica, em geral mínimo de 120 A
- Pagamento
- Entrada de R$ 9.997 + 4 parcelas de R$ 20.000: validação técnica, nota fiscal de envio, entrega e depois da primeira recarga
Mob Ultra Fast
R$ 149.997
- Potência
- 80 kW, corrente contínua, dois conectores com potência dividida conforme o carro
- Para onde
- Giro rápido: o motorista vai para carregar e sair
- Capacidade do equipamento
- até 43 carros por dia
- Rede elétrica
- trifásica, em geral mínimo de 120 A
- Pagamento
- Entrada de R$ 9.997 + 4 parcelas de R$ 35.000: validação técnica, nota fiscal de envio, entrega e depois da primeira recarga
- A capacidade é o limite do equipamento (24 horas por dia, 80% da potência, 10 minutos entre carros), não a procura esperada.
- A entrada exige contrato assinado, reserva a unidade e libera a vistoria. A última parcela do Fast e do Ultra Fast só é paga com o eletroposto funcionando.
- Formas de pagamento: Pix, cartão de crédito ou financiamento (no cartão, há juros).
- Compra sempre no CNPJ. Fast e Ultra Fast também pedem inscrição estadual, e a iGreen ajuda a abrir.
- Anuidade de licenciado: R$ 1.997 por ano (ou 12 vezes de R$ 197,41), a mesma de todos os licenciados iGreen.
- Material além do limite incluso no contrato é cobrado à parte.
- Valores consultados em 21/10/2026 (apresentação do licenciado e apresentação para investidores da iGreen Mob). Consulte condições vigentes. O preço atual vale para o estoque do lançamento; a próxima remessa pode mudar o valor.
Do formulário à primeira recarga.
Você preenche o formulário.
Recebe no WhatsApp a apresentação completa.
Simulação e proposta no CNPJ,
com números conservadores para o seu ponto.
Análise do local.
Todo local passa por análise antes do contrato: rede elétrica, espaço para o cabo, fluxo, permanência, acesso e segurança. Local isolado ou abandonado é recusado.
Contrato e entrada.
A entrada reserva a unidade.
Vistoria técnica.
Um técnico da iGreen aprova o ponto. Se o comercial divergir da engenharia, vale o parecer técnico.
Instalação e ativação,
com projeto, ART (responsabilidade técnica) e testes. A equipe passa o cronograma do seu caso.
Operação,
com monitoramento 24 horas e repasse no mesmo dia.
Fonte: passo a passo oficial da venda (apresentação do licenciado iGreen Mob, p.21).
O movimento e os custos definem o resultado.
Quantas recargas por dia, o preço do kWh, o custo da energia e as despesas do local. Na conversa, a simulação é feita com os números do seu ponto, de forma conservadora. Não existe resultado garantido.
Caso divulgado pela iGreen no lançamento de 20/10/2026: um eletroposto Ultra Fast de 80 kW em Cuiabá (MT), que já existia e mudou para a bandeira iGreen, fez 333 recargas em 14 dias e passou de 300 motoristas cadastrados. Dado da própria iGreen, sem auditoria. Resultado individual de um ponto, não é promessa: o resultado de um ponto não garante o de outro.
Uma rede que já existe.
- A Comerc, hoje do grupo Vibra, é sócia da iGreen.
- Em setembro de 2026, a iGreen comprou uma rede com mais de 150 eletropostos (Regionalzão, 04/09/2026).
- Cerca de 1 milhão de pessoas no aplicativo iGreen Club e 40 mil licenciados, segundo a iGreen (outubro de 2026).
- A iGreen Energy tem reputação "Ótima" no Reclame Aqui, nota 8,2 de 10 entre 01/05 e 31/10/2026 (consulta em 07/11/2026).

iGreen compra rede com mais de 150 eletropostos
Perguntas frequentes
Carro elétrico pega mesmo no Brasil?
Já pegou. 1 em cada 5 carros vendidos no Brasil é elétrico ou híbrido (ABVE, agosto de 2026), a venda de carro 100% elétrico subiu mais de 200% em 2026 (Fenabrave) e já são 639 mil carros que carregam na tomada. E montadoras chinesas abriram fábrica na Bahia e no Espírito Santo.
O investimento não é alto? E se não der retorno?
O Mob 7 kW custa R$ 9.997, com equipamento, instalação e sistema. No Fast e no Ultra Fast, a última parcela só é paga depois da primeira recarga. Todo local passa por análise antes do contrato e vistoria técnica antes da instalação. Mesmo assim, o retorno não é garantido: depende do movimento do ponto e dos custos do local. A simulação mostra como o resultado se forma, com números conservadores.
Na minha região não tem tanto carro elétrico. Vale a pena?
É a pergunta certa. No Brasil já são 21 carros para cada ponto de recarga, e quem chega primeiro numa região cadastra os motoristas antes dos outros. O eletroposto aparece no mapa do aplicativo da iGreen. Mas cada região é uma região: a análise do local e a simulação existem para isso, e onde a procura ainda é pequena o caminho costuma ser começar pelo Mob 7 kW.
E se a tecnologia mudar?
O carregador rápido da iGreen usa o protocolo aberto OCPP, padrão do mercado, com internet própria por chip. É esse padrão que permite à iGreen trocar o sistema de eletropostos de outras marcas sem trocar o equipamento. Em carga lenta, quase todo carro popular aceita até 7 kW em corrente alternada, a potência do Mob. O sistema e o monitoramento são da iGreen.
Vão taxar a recarga?
A recarga já é uma venda formal: a iGreen emite a nota fiscal de cada recarga, e a simulação oficial já desconta uma provisão de impostos. O imposto real depende do regime da sua empresa, por isso vale conversar com o seu contador. Ninguém controla mudança de lei; se ela vier, vale para todos os pontos.
Quem faz a manutenção?
A própria iGreen, com monitoramento 24 horas e alerta automático se o carregador parar, ficar sem internet ou falhar. O equipamento tem garantia de 1 ano. Existe seguro opcional contra danos causados por terceiros. O dono não mexe no quadro elétrico.
Preciso entender de elétrica?
Não. A instalação é feita com projeto, ART e testes, e a operação é da iGreen.
Quem paga a energia?
O dono do eletroposto, com a parte dele (82% de cada recarga), como custo do negócio. Em algumas regiões pode haver energia mais barata pelo mercado livre; a equipe avalia no seu caso.
Posso comprar no meu CPF?
Não. A compra é sempre no CNPJ. Fast e Ultra Fast também pedem inscrição estadual.
Quanto tempo leva para instalar?
Depende da análise, da vistoria e da rede elétrica do local. A equipe passa o cronograma formal do seu caso.
E se a vistoria reprovar o local?
As regras de devolução ou troca de modelo estão no contrato. Na apresentação de lançamento, a iGreen informou que, sem viabilidade, devolve o valor ou oferece o Mob de carga lenta. Confira no contrato antes de assinar.
Tem mensalidade?
O sistema (10%) e o comercial (8%) saem de cada recarga. Há a anuidade de licenciado de R$ 1.997 por ano.
Não tenho estacionamento. Posso investir?
Pode, com CNPJ, fechando com quem tem a vaga (um estacionamento, por exemplo). Dá para combinar com o dono do local uma parte do faturamento, em contrato entre vocês; no lançamento, o presidente da iGreen citou 10% como exemplo.
Eu viro licenciado da iGreen?
Sim. Quem compra o eletroposto vira licenciado Mob. Isso não obriga a vender nada a ninguém: a receita do eletroposto vem das recargas. A iGreen trabalha com licenciados em rede, e quem quiser também pode indicar e vender eletropostos, com as regras do plano.
Em cada bairro, só um vai ser o primeiro.
O carro elétrico chegou. Falta saber onde ele vai parar. Preencha e receba a simulação e a apresentação completa no WhatsApp.